Verona é a cidade de Romeu e Julieta e da Arena, o anfiteatro
dos mais majestosos que possa existir no mundo, oferece todo ano, espetáculos
de óperas ao ar livre. A capital do distrito nasce em época pré-histórica,
provavelmente próximo à atual Ponte Pedra, onde era o
vão do Adige ao longo da estrada do sal e da ambra, do Adriatico
à Alemanha. Fundada talvez pelos venetos, (Reti, Euganeos e talvez
Galos cenomani), teve grande importância na era romana, tornou-se
a cidade romana em 49 a.C. Tornou-se cristã no século IV e foi, na metade do séc.
V sede preferida pelo rei ostrogodo Teodorico e em seguida ducado longobardo
e sede de Pipino rei de Itália no império carolíngio.
No século XI Verona uniu-se à Marca da Baviera , em 1136
ganhou liberdade municipal. Verona foi sede pontefícia com Papa
Lucio III (Ubaldo Allucignoli de Luca) do 1181 ao 1185, ano no qual
celebrou-se em Verona o Conclave que elegeu Papa Urbano III. No 1405
Verona se une a Veneza, sob o governo do qual fica até o 1796
quando a República Veneta é invadida por Napoleão.
Afrescos e pinturas do Pisanello, de Bellini, Mantegna, Paulo Veronese,
o Teatro romano, o anfiteatro Arena, o Ponte Pietra, a Basílica
de São Zeno e aquela de São Fermo fazem de Verona uma
cidade de arte de grande relêvo.
A população da Província é concentrada
sobretudo na capital do distrito e nas sua vizinhaças, Verona
tornou-se nas últimas décadas uma importantíssima
via de acesso entre o norte e o sul da Europa, seja para o tráfico
rodiviário que para aquele ferroviário com um Interporto
intermodal entre os mais avançados do continente europeu.
A Verona de 2000 está projetada sobretudo na indústria
alimentar e sobre dois produtos tradicionais: os móveis de arte
e os mármores.
A encosta veronese do Lago de Garda, 50 quilômetros de Pesqueira
a Malcesine, recebe por ano milhões de turistas, apresentando
propostas culturais, termais e enogastronômicas de alto nível.
O território da Província é enriquecido também
pela zona dos Lessinos e da Valpolicela, terra conhecida pelo Recioto
e o Amarone, que está entre os mais estimados vinhos italianos.